12.01.2002
11.01.2002
Acabei de assistir a “Shrek”. Espetacular, muito engraçado!
Se a DreamWorks não ganhar o Oscar de melhor animação, estará provado que esse prêmio é uma armação dominada pelas grandes corporações (sim, estou me referindo à Disney, que vai concorrer com o também bom “Monstros S.A.”. Bom, mas não melhor que “Shrek”).
Mesmo que tudo isso aconteça, ainda assim o filme continuará sendo o melhor.
10.01.2002
Citação de MarioAV no nova-e
“O computador conectado será em breve (e já é para muitos de nós) uma extensão tecno-natural de nossas mentes e corpo, assim como o carro é há muitas décadas uma extensão tecno-natural de nossas pernas”. (isso é copyleft do marioav)
– retirado do nova-e, coluna de Marcelo Estraviz.
O blog do MAV virou, para alguns, referência em assuntos relacionados ao uso da tecnologia no dia-a-dia.
Quem conhece o cara sabe o quanto ele é esperto e inteligente. Vale muito a pena lê-lo.
Ah, parênteses: descobri o texto abaixo no blog da Cora. Crédito dado!
Tá certo, tá certo. Sei que tenho mania de ficar colando coisas que vejo em outros blogs, mas o que posso fazer se as idéias e sugestões são bacanas? Talvez eu seja pouco criativo mesmo, mas, quer saber, dane-se!
Diga dane-se você também e vá para a coluna do Silio Boccanera, jornalista da Globo, que fala sobre uma seção do norte-americano “The Times” que logo, logo pipocará nos jornais sem criatividade aqui do Brasil. Duvida?
[…] Em suma: desta vez, depois de mais de quinze anos de PC, a Apple finalmente me ganhou. Pela primeira vez encontro, num Mac, qualidades operacionais e funcionais que vão além de uma carinha bonita e de uma cor da moda.
É, a Cora se entregou de vez à Apple. Também, com um lançamento desses, quem não se entregou?
Ai. Acabei de ler um email sobre “A Lição do Bambu Chinês”. De doer. Não acho ruim essas metáforas da vida, mas algumas exageram e outras simplesmente não têm nada a ver.
Na verdade, eu acho que não gosto muito de ditados. Digo isso porque também acho patético aquele cara que o Stenio Garcia faz na novela “O Clone”, que sempre profere uns dois ou três ditados ou pensamentos cada vez que aparece. Que saco! Quando não tiver mais ditados, o personagem dele morre.
